"Com o puro, puro te mostras; com o perverso, inflexível" (Salmo 118. 26)

Cada um colhe o que planta. E você foi responsável pelos seus atos e não rogo praga, mas já deve estar colhendo o seu fracasso. O meu bom senso foi embora quando me dei conta que a única experiência adquirida foi que preciso parar de acreditar, momentaneamente, nas pessoas. Tentei salvar uma amizade desgastada, que sempre foi baseada em orgulho e falta de respeito. É, eu não aprendo a ser saudável.

 

Mudanças, em minha opinião, são coisas boas, que nos trazem crescimento. Eu estava disposta a mudar, a rever opiniões e conceitos, mas ninguém acreditou e ainda me julgaram de inflexível. Eu sou inflexível, sim, principalmente com os perversos. Mas tenho minha consciência tranquila em relação ao modo como agi, sempre fui verdadeira e poucas vezes inconstante. Porém é fácil julgar os outros e não olhar o próprio umbigo. Diferente de muita gente, eu nunca precisei correr atrás de homem casado ou passar humilhações, proporcionadas por alguém que acredito gostar de mim. Eu nunca precisei passar por isso, pois acredito nos meus conceitos e mesmo se precisasse, pode ter certeza que pensaria de novo e tomaria a atitude correta. Não ficaria persistindo naquilo que já está acabado.

 

Sou inflexível no que acredito, naquilo que sei que vai me fazer bem. Se eu sei que tal marca de suco vai atacar minha gastrite, por que vou beber? Para agradar os outros? Não, eu nunca pedi para os outros tomarem outra marca só por minha causa. Ou nunca escondi que gosto pouco de baladas e agitações, que prefiro muito mais ficar em casa, escutando uma musica e tomando uma cervejinha. E deixo claro, que nunca chamei ninguém aqui pensando em agradá-lo na próxima semana, saindo para uma danceteria. Nunca forcei ninguém a vir para cá. Se eu fosse tão inflexível como conseguiria perdoar tantas vezes as cenas ridículas que proporcionaram aqui em casa? Pois é, hora de rever conceitos e não se basear numa palavra nova que descobriu no dicionário.

 

Tudo ultrapassou limites. Os seus limites. Engraçado eu me arriscar a falar em moral para você, uma pessoa inteligente, com pensamentos concretos e que não consegue ver o obvio. Cego, ignorante. Que tapa os olhos para as humilhações e para o que não é verdade. Que acredita naquilo que quer. Nunca precisei ficar explicando minha vida, mas, sinceramente, só me sentia sem moral por, às vezes, concordar e tentar acreditar naquilo que você acreditava. Acreditava pensando que fosse te fazer bem, mas no fundo, odiava, sentia pena por você não perceber que aquilo não fazia bem a ninguém. Mas é esse mundinho de mascaras em que você vive e me sinto completa agora, por ter conseguido me livrar e afirmar que isso não faz parte da minha índole.

 

Eu realmente acreditei que, por mais que houvesse mudanças, elas continuariam iguais, especialmente da sua parte. No meu caso, hoje, com os olhos bem abertos, vejo que a mudança de deixar a amizade para sempre foi TUDO para mim. Pensar de menos trouxe conseqüências e mais uma vez, transformei as decepções em aprendizado.



Injetado por Take Care! às 16h55
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Pensei em muitas e muitas coisas para escrever aqui, fiz diversos textos e não gostei de nenhum. Enfim, só para dizer que:

 

VOLTEI.

 

Estou com necessidade de escrever...



Injetado por Take Care! às 15h02
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Take Care




Ana Flávia. Jornalista. Não sou uma pessoa interessante, muito menos apaixonante. Sou grossa e às vezes estúpida. Ao contrário do que possa parecer, eu não sou ranzinza. Sou alegre. Gosto de ser exclusiva. Um pouco possessiva. Sou meio Bridget Jones. Pouquíssimas pessoas me entendem. Muitos amigos. Alguns desafetos. Faço amizade com certa facilidade. Me decepciono muito fácil com as pessoas. Adoro escrever. Adoro maquiagem. Tenho dez cachorros (Pit, Nina, Colin, Lola, Fofão, Mini, Pipito, Filhote, Deise e Rick). Amo os meus e todos os cães do mundo. Morro de medo de perder as pessoas que amo. Adoro ler. Leio bula de remédio, rótulo de qualquer coisa. Gosto de dormir e não gosto que desrespeitem meu sono. Eu gosto de dirigir com chuva. Geralmente amo muito mais do que devo. Vou de um extremo a outro com muita facilidade. Não gosto do orgulho das pessoas e muito menos do meu. Tenho TPM. Não gosto de gatos, nem de pombas. Odeio que me cutuquem. Adoro ar condicionado e ventilador. Cerveja com limão e sal. Adoro falar bobagens. Sou muito inconstante. Espero as coisas virem a mim. Muito raramente sou determinada. Eu falo alto. Amo fotografia. Adoro fazer aniversário. Detesto, com todas as minhas forças, andar a pé. Tenho muita alergia. Pouquíssimas pessoas me surpreendem. Às vezes sou influenciável. Preciso que as pessoas tenham paciência comigo. Tenho uma imaginação pra lá de fértil. Não gosto de decepcionar as pessoas. Uma lata de leite condensado me faz muito feliz.




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