Toma-lá-dá-cá...
Se eu precisasse interpretar para viver, com certeza, morreria de fome. Quem conhece sabe que não consigo esconder tudo o que penso, tudo que me perturba e incomoda. Sei que estou batendo na mesma tecla, mas não vejo a hora desse ‘feitiço’ passar e tudo voltar ao que era antes. Eu sei que vai demorar mais um pouco, sei que ainda terei muitas dores de cabeça e precisarei de remédios para dormir. Sei também que não deixarei passar tão barato. Afinal não é de hoje que sou tão cabeça-dura.
Tenho que dar parabéns à tão perfeita e convincente atuação. Algumas pessoas acreditam, outras, como eu, já perceberam a falsidade e a máscara que tens estampada no rosto. Você não consegue sentir o fracasso no ar? Sombras enormes tomam conta dessa sua vida decadente. Dias e noites, sem sentido algum. E eu espero o tempo, que teima em passar cada vez mais devagar.
Como uma pessoa tão medíocre pode me incomodar tanto? Talvez eu me preocupe demais com o que eu não devia me importar, mas tudo acontece de um jeito que eu não consigo suportar. Os valores que carrego comigo, pelo visto, devem estar ultrapassados, já que várias pessoas resolveram andar na contramão. Enfim, decepções sempre fizeram parte do currículo.
Só não se esqueça: Um dia todas as máscaras caem e aí, terás o que tanto mereces. E espero assistir de camarote.
Injetado por Take Care! às 10h46
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Imagine uma pessoa que anda tão
sentimental, que chora quando assiste seriados americanos bobinhos ou lê um
conto com uma pitada de tristeza. Agora imagine essa mesma pessoa com TPM,
sensível, muito vulnerável e que há dois dias chora igual um bebezinho. Sim,
essa pessoa sou eu. Parece que tudo está dando errado. Problemas com o meu
irmão, minha gatinha sumiu, Karol está indo embora... Ando com muito medo do meu
futuro. Com medo do que a vida me reserva. Essa pessoa que aqui escreve, que se
diz muito difícil, na verdade, está se sentindo incapaz e temendo que tudo dê
errado. Meus objetivos, planos, minha monografia... Sem contar a falta de
vontade de levantar da cama a cada nova manhã. Essa maré de lamentações precisa
acabar, sabe? Eu preciso tomar uma atitude e encarar os meus medos de frente. A
culpa? Pode ser da TPM, quem sabe.
Injetado por Take Care! às 14h01
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Um dia, pretendo entender e dar razão a calma e a paciência que minha mãe tem diante de um problema. Ela confia na oração e no poder de Deus. Eu também confio, claro que confio. Tenho muita fé. Só que sou o oposto da minha mãe. Calma e paciência não estão comigo, principalmente com um grande problema (lê-se ‘pessoa’) que me irrita só por ter nascido e que faz muito mal a uma pessoa que amo demais.
E dá-lhe dor de cabeça!
Injetado por Take Care! às 11h29
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Pra tudo então recomeçar...
Tentando desconsiderar que preciso entregar 30% da minha monografia ainda essa semana e que, pasmem – tenho, no máximo, 10 linhas prontas, volto a atualizar o blog. Ainda não sei com qual freqüência, mas tentarei voltar com os meus pensamentos e opiniões infames diariamente. Apesar do “problema” citado a cima, minha vida anda mais calma. Minha tia e seus três filhos, que ficaram morando aqui em casa, por quase três meses, já foram, então, minha privacidade está voltando. Tenho tanta coisa para escrever, que nem sei por onde começar.
- Estou aliviada por pararem de mexer nas minhas coisas
- Minha tia continua seguindo com a sua burrice e com falta de amor próprio, pois meu tio apronta e logo, ela volta pra ele.
- Revoltada com um documentário que vi no SESC TV, onde colocaram a Legião Urbana antes dos Paralamas. Como pode? Os Paralamas são padrinhos da Legião, senão fosse por eles, o single da Legião nunca teria chegado na EMI... E por aí vai.
- Não posso deixar de falar que fiquei profundamente chocada com a morte da Anna Nicole Smith. Eu não era fã, mas assistia o reality show dela na E!. Com tudo que ela passou, com a morte do filho, com os julgamentos da imprensa, seria de se estranhar que nada grave acontecesse. Eu só não esperava que esse “grave” resultasse em morte.
- Os problemas em casa continuam os mesmos. Não gosto nem de pensar, minha preocupação e dor são tão gigantes, que meu coração dói.
- Preciso contar que ando muito sentimental. Esses dias, chorei assistindo um capitulo de “Desperate Housewives”.
- Sim, tomei decisões importantes na minha vida e consegui separar certas pessoas que considerava ‘meus amigos’. Essa minha tolice, um dia, acaba comigo. E aquela velha questão... Como eu podia acreditar tanto? E viva! Vamos quebrar a cara mais uma vez...
- Se eu pudesse voltar atrás, nunca teria apoiado o namoro do meu irmão com uma cretina. Vivendo e aprendendo. Espero que ele crie consciência e abra os olhos para tudo que está na sua cara, mas não quer acreditar.
Por enquanto, acho que é isso. Vou lá incrementar minhas ricas dez linhazinhas...
Injetado por Take Care! às 10h27
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Ana Flávia. Jornalista. Não sou uma pessoa interessante, muito menos apaixonante. Sou grossa e às vezes estúpida. Ao contrário do que possa parecer, eu não sou ranzinza. Sou alegre. Gosto de ser exclusiva. Um pouco possessiva. Sou meio Bridget Jones. Pouquíssimas pessoas me entendem. Muitos amigos. Alguns desafetos. Faço amizade com certa facilidade. Me decepciono muito fácil com as pessoas. Adoro escrever. Adoro maquiagem. Tenho dez cachorros (Pit, Nina, Colin, Lola, Fofão, Mini, Pipito, Filhote, Deise e Rick). Amo os meus e todos os cães do mundo. Morro de medo de perder as pessoas que amo. Adoro ler. Leio bula de remédio, rótulo de qualquer coisa. Gosto de dormir e não gosto que desrespeitem meu sono. Eu gosto de dirigir com chuva. Geralmente amo muito mais do que devo. Vou de um extremo a outro com muita facilidade. Não gosto do orgulho das pessoas e muito menos do meu. Tenho TPM. Não gosto de gatos, nem de pombas. Odeio que me cutuquem. Adoro ar condicionado e ventilador. Cerveja com limão e sal. Adoro falar bobagens. Sou muito inconstante. Espero as coisas virem a mim. Muito raramente sou determinada. Eu falo alto. Amo fotografia. Adoro fazer aniversário. Detesto, com todas as minhas forças, andar a pé. Tenho muita alergia. Pouquíssimas pessoas me surpreendem. Às vezes sou influenciável. Preciso que as pessoas tenham paciência comigo. Tenho uma imaginação pra lá de fértil. Não gosto de decepcionar as pessoas. Uma lata de leite condensado me faz muito feliz.
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